O sabor da conquista trazida pela compra de um imóvel é algo muito prazeroso. Escolher a casa própria é um sonho, mas requer muito controle financeiro, afinal, é preciso planejar os gastos para encaixar da forma mais adequada possível as parcelas e as economias necessárias para dar a entrada.
O mercado oferece alguns modelos de pagamento que auxiliam quem procura diluir o valor da compra em diversas prestações, se tornando uma maneira de facilitar a compra da casa própria para quem não dispõe do dinheiro para pagar à vista ou para dar a entrada necessária. Então, para te ajudar a fazer um financiamento assertivo em alguns detalhes importantes, listamos no post de hoje 4 dicas que farão toda a diferença nessa etapa da compra. Acompanhe!
Como funciona?
Em poucas linhas, o financiamento serve para que uma instituição financeira pague à vista por algo que o cliente deseja, podendo ser um imóvel, veículo, curso superior, etc., e receba do mesmo em parcelas. Ou seja, é como se um banco te emprestasse o dinheiro e efetuasse a compra para você, permitindo que o devedor pague aos poucos, mas com uma taxa de juros agregada às parcelas.
A aprovação
O primeiro passo a ser feito é procurar uma instituição financeira que realize financiamento de imóveis. Fique atento às taxas de juros cobradas por elas e também alguns detalhes muito importantes, como a quantidade máxima de prestações — lembrando que esse número pode variar de acordo com o valor do imóvel e do próprio financiamento —, o valor máximo do crédito disponibilizado e também o limite de financiamento, que é estabelecido por uma porcentagem do valor total do imóvel escolhido.
Alguns documentos precisam ser apresentados para o financiador a fim que o negócio seja fechado. Além dos tradicionais RG, CPF e comprovantes de estado civil e endereço, é preciso comprovar renda e o nome limpo no SPC e Serasa. A renda pode ser comprovada através de holerites, nota fiscal de serviços prestados, declaração de imposto de renda ou extrato bancário de um determinado período de meses que será estabelecido pelas regras da instituição financeira.
Quanto à consulta de nome na praça não tem segredos. Quem procura essa informação é quem oferece o financiamento, mas quem quer ganhar uns pontinhos, pode se cadastrar no programa “Cadastro Positivo” do Serasa, que comprova que a pessoa honra suas dívidas em dia. Feito todo esse procedimento padrão e a análise das informações prestadas, ocorre a resposta ao cliente sobre liberação do crédito.
Escolhendo o imóvel
Como o valor do financiamento está muito atrelado ao valor do imóvel, é muito mais comum que os bancos só façam o financiamento mediante informações sobre o imóvel. Ele também precisa ser aprovado, afinal, o banco precisa de certas informações concretas para liberar o dinheiro. Apesar dessa forma ser mais tradicional, existe a possibilidade de obter o financiamento antes de escolher a casa ideal. Neste caso, o banco dá uma carta de crédito que tem validade de alguns meses (de acordo com as regras da instituição), e o comprador pode então utilizá-la para realizar a compra.
FGTS
Todo mundo que trabalha com registro em carteira, contribui para o Fundo de Garantia antes mesmo de colocar as mãos no salário. Ele faz parte dos famosos “descontos em folha”. O Fundo de Garantia é algo como uma poupança que o empregador abre em nome do empregado para deixá-lo com um suporte financeiro em caso de demissão sem justa causa.
A questão é que o FGTS pode ser usado de diferentes maneiras, inclusive para comprar uma casa própria. Portanto, procure a Caixa Econômica Federal para obter a liberação do Fundo de Garantia, pois ele pode ser aquele suporte que faltava para você obter o valor necessário para dar a entrada no imóvel ou para cobrir a porcentagem do valor da casa que não está inclusa no financiamento.
A casa própria é um sonho para muita gente, e por isso existem tantas maneiras de conseguir realizá-lo. O financiamento é a maneira ideal para quem não se incomoda em contrair uma dívida mais longa, que será quitada suavemente ao longo de alguns anos. Os baixos juros podem ser mais atrativos e a possibilidade de diluir o valor em diversas prestações faz o valor caber no bolso do comprador.
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